quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Crise política

— (...) e para falar sobre esse tema, é com grande prazer que recebemos o analista Ivan Theodoro para o nosso bate-papo de hoje. Ivan, muito obrigado pela sua presença!

— Eu é que agradeço o convite! 

— Bom, pra gente começar... Qual análise o senhor faz sobre esse momento conturbado pelo qual estamos passando?

— Certo. É difícil abarcar todas as questões aqui, mas vamos tentar fazer um exercício nesse sentido. Primeiramente é importante que a gente lembre o contexto no qual tudo isso ocorreu. Se olharmos um pouco pra trás, vamos lembrar que vivíamos uma crise sem precedentes, da qual era difícil sair sem as respostas certas no momento certo. O que quem estava no poder tentou fazer foi não deixar a peteca cair. Até para manter a confiança e seguir em frente era necessário fingir que estava tudo bem, de forma que todo tipo de iniciativa era sempre imaginando o melhor cenário possível e nunca uma permanência do estado anterior. Alguns meses depois, no entanto, as pessoas foram percebendo que o buraco era mais embaixo e que palavras e otimismo não seriam suficientes para mudar a situação.

— Sem dúvida. O senhor diria então que ali começou a crise institucional?

— Sim. O problema é que as soluções arranjadas não iam na direção de solucionar os problemas. Aconteceu meio que um salve-se quem puder e a demagogia e o populismo tomaram conta. Isso no discurso, porque na prática já se imaginava e articulava outra coisa.

— É o que as pessoas estão chamando de golpe?

— Exato. Eu tenho uma resistência grande sobre essa nomenclatura, pois ela foi meio que banalizada nos últimos anos, mas de toda a forma podemos sim entender essa manobra como um golpe político. O que os partidários de lá vão falar, no entanto, é o seguinte: é golpe falar o que as pessoas querem ouvir? Dar o que elas querem? Enfim... Não vou entrar nesse mérito aqui, mas é importante que quem nos acompanha lembre desse contexto porque foi ele que nos levou às soluções drásticas e até certo ponto atabalhoadas que se seguiram. As pessoas queriam uma satisfação. Nos dois sentidos do termo!

— Sim. Mas as soluções mágicas aos poucos foram se mostrando falhas, não Ivan?

— Concordo. O início foi muito bom, mas aos poucos os problemas foram voltando e outros foram aparecendo, mostrando que as questões estruturais ainda estavam longe de serem resolvidas.

— O que nos leva a esse novo cenário de descrença e desaprovação não é mesmo?

— Sim, com um agravante: com militâncias muito agressivas dos dois lados. Parece que reconhecer erros é uma fraqueza hoje! A gente sabe que o caminho não é nem tanto pra um lado e nem para o outro, mas as pessoas estão querendo apenas provar seus pontos de vista.

— O senhor pode nos dar um exemplo disso?

— Eu vejo por exemplo o seguinte: de um lado as pessoas falam que foi um erro a troca no poder. Que deveriam ter dado mais tempo e que uma hora voltaríamos ao caminho. Pode ser que sim. Mas essa é uma conclusão que não tem muita lógica. Nada apontava nesse sentido. A distância de tempo faz com que a gente esqueça como estavam as coisas antes, o que gera essa falsa percepção de que estavam boas, mas não estavam e, infelizmente, as decisões tomadas não eram as mais corretas. Quem defende a administração anterior não vai de forma alguma concordar com o que eu estou falando e para isso vai usar o atual momento para provar o ponto de que não era necessária uma troca. Repito: essa é uma correlação falsa.

— Mas não estamos muito melhor agora não é mesmo?

— De fato. Ainda é muita discreta a melhora, se é que há, e essa crítica deve ser feita sim! O problema, a meu ver, é que há uma herança pesada para a gestão atual. Não a estou elogiando, mas não podemos negar a existência dessa questão. Os processos demandam tempo. A nova administração assumiu sabendo desses problemas e já deveria ter bolado soluções sim, mas há dificultadores que vêm de mais tempo. Da mesma maneira, os defensores dessa gestão não vão reconhecer esses erros e usarão os erros dos antecessores para justificar tudo.

— Sim.

— O que acho importante destacar é que esse debate de antes contra agora faz com que nos esqueçamos de olhar para a situação atual. Quase não se fala sobre o momento que estamos vivendo e das soluções que podemos empregar para melhorar o panorama! Ficamos presos no "esse é melhor", "esse é pior" e não seguimos em frente. O de antes não vai voltar! O de agora ainda pode corrigir, mas nenhum deles é mais importante do que o futuro da instituição.

— Sem dúvida! Essa grande instituição que é o Brasil e que inf...

— BRASIL?! NÃO! Eu tava falando do São Paulo!

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Saga FM: Rio Ave/Celta - Capítulo 5

Logo após o pedido de demissão no Rio Ave, alguns clubes me procuraram para saber das intenções sobre a próxima temporada. Fiz entrevistas no Torino, no Burley e me candidatei a uma vaga no Milan. O convite que virou mesmo, no entanto, foi o do...

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Celta de Vigo!

No início da temporada 2019-20 chegamos a um time que havia sido o décimo colocado no último campeonato espanhol e que havia tido essa sequência de treinadores: 


O elenco não era ruim e tinha figuras do porte de Ivan Perisic, Marcelo Diaz, Iago Aspas, Radoja, Casco, Amat, Lucas, Douglas e Borja Bastón. 


Era necessário, no entanto, dar uma cara ao time e, seguindo o pedido da diretoria, rejuvenescer o time com atletas de potencial vindos de outros clubes. Com poucos recursos para montar o elenco, recorremos a empréstimo e trouxemos:


O atacante Patrick Cutrone, que está jogando no Milan na vida real, mas que ainda é um desconhecido no jogo, e os zagueiros Krystian Bielik e Tosin Adarabioyo, que vieram respectivamente de Arsenal e Manchester City. 

A grande contratação, no entanto, foi essa: 



Por apenas 3 milhões de euros, Hector Herrera decidiu deixar o Porto para embarcar no nosso projeto! 


Tal qual no Rio Ave, a ideia era ser um time de alta intensidade, com pressão lá em cima, roubada de bola e jogo pelos lados do campo! Os zagueiros precisavam ser rápidos e todos no time necessitavam de bons atributos de agressividade, teamwork, workrate, tackling e determinação. Assim montamos o 11 inicial dessa forma: 


Sérgio Álvarez (Sweeper Kepper - A) 

Milton Casco (FB-A), Amat (BPD-D), Bielik (CD-Stopper) e Carles Planas (FB-S) 


Nemanja Radoja (DM-D) e Héctor Herrera (DLP-S) 


Dejan Drazic (W-A), Iago Aspas (AM-S) e Ivan Perisic (IF-A) 

Borja Bastón (TM-A) 

Quem cansou de fazer gol, no entanto, foi o super-sub Patrick Cutrone! Todo jogo enroscado ele deixava o dele, o que ajudou o Celta a fazer a seguinte campanha inicial:


Não é um espetáculo, mas duas derrotas em 19 jogos acho que está muito digno para um time que não aspirava muito em uma temporada de reconstrução. A consistência defensiva me chamava a atenção, mas o ataque não estava do jeito que eu queria, de forma que a parada de inverno serviu para mudarmos um bocado as coisas. Primeiramente conseguimos a contratação de mais um zagueiro, já que Bielik não estava aquelas coisas e Adarabioyo tinha pedido para ser devolvido pois jogava pouco. 

Chegou Joe Gomez, vindo do Liverpool. E chegaram também por empréstimo as jovens promessas Alejandro Pozo, ponteiro que veio do Sevilla, Isaac Pereira, regen do jogo e também ponta, e Raúl Soto, regen do jogo e centroavante. 

O esquema inicial saiu daquele 4-2-3-1 com a linha de volantes próxima à zaga e virou um 4-5-1 assimétrico com a seguinte configuração aproximada: 

Álvarez (SK-S) 

Casco (FB-S), Gomez (BPD-D), Amat (BPD-D) e Planas (FB-D) 

Radoja (HB-D) 

Drazic (Wide Midfielder-A), Herrera (DLP-S) e Ivan Perisic (Wide Midfielder-A) 


Iago Aspas (Trequartista-A)

Borja Bastón (Deep Lying Forward-S) 

Essa combinação Deep Lying Forward e Trequartista me foi especialmente agradável, mas os Wide Midfielders não chegavam da forma que eu queria ao ataque, então as jogadas ficavam muito baseadas no que Aspas e Bastón poderiam fazer. Ônus e bônus... Ao mesmo tempo, no entanto, tentava de novo fazer dar certo aquele 3-3-1-3 que nunca consegui fazer no FM 2016... 

Tentei dessa vez da seguinte maneira, com muitas improvisações. 

Álvarez (SK-S) 

Drazic (WB-A), Herrera (BPD-Cover), Joe Gomez (CD-Stopper), Amat (CD-Cover) e Casco (WB-A)

Radoja (BWM-Support) e Aspas (CM-Attack) 


Isaac Pereira/Cutrone (Winger-Attack) Perisic (IF-A) 


Borja Bastón (Complete Forward) 


No campinho era um 5-2-2-1, mas no campo mesmo ficava algo próximo de um 3-3-3-1, mas não do jeito que queria ainda.... De toda a forma os resultados foram esses:






Altos e baixos, mas apesar dos pesares íamos bem... O 3-3-1-3 era uma solução apenas quando saíamos na frente, já que havia pouca familiaridade dos atletas com a formação, enquanto o 4-5-1 estava tendo resultados mistos, como vocês podem ver. A eliminação na semifinal da Copa do Rei foi doída, mas de alguma forma esperada, e o desempenho no Campeonato Espanhol nos fazia sonhar com uma quarta posição que levaria o Celta direto à Liga dos Campeões da Europa. Na reta final da temporada, no entanto... 



Altos e baixos, de novo...Tivéssemos vencido Granada e Córdoba, estaríamos na Liga dos Campeões, mas ao menos ficamos com a Liga Europa. 



Não está tão ruim né? Ainda mais porque a nossa posição prevista pelos jornalistas era a décima segunda! 


O time da temporada foi esse:



Para a próxima temporada já sei que não vou poder contar com Aspas (decidiu deixar o clube ao final do contrato) e terei que viabilizar algo para a saída dos emprestados. No entanto, conforme vocês verão, vou tentar fazer funcionar o 3-3-1-3 de novo e de outra forma! Será que consigo? Poderia me contentar com o que vinha dando certo, mas quero usar esse save para mais do que vitórias... Até porque, ganhar o campeonato espanhol não vai dar né?! 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Saga FM: Rio Ave - Capítulo 4

Depois de perder o Campeonato Português mesmo com uma vantagem de cinco pontos na reta final, o Rio Ave ainda recebeu a péssima notícia de que o Porto não ia deixar mais André Silva ficar no clube para a temporada 2018-19. A diretoria e o técnico Gabriel Dudziak precisavam então trabalhar!

O substituto natural de André Silva era Kevin Lasagna, obviamente, mas era necessário ter outras alternativas, caso o nosso atacante italiano tivesse problemas em assumir essa bronca, ou ainda tivesse problemas físicos.  Assim observamos e contratamos um dos destaques da última temporada em Portugal: o uruguaio Gonzalo Latorre, autor de 10 gols pelo Paços de Ferreira. Ele chega por 1 milhão e 400 mil euros, inicialmente para a reserva.

Também no setor ofensivo buscamos um centroavantão para suprir a saída de Djuric, que não gostou de ficar no banco: o hondurenho Jona Mejía, que chega do Braga por 600 mil euros.

André Silva, não foi a única saída, já que não conseguimos renovar os empréstimos do goleiro italiano Luigi Sepe, e nem do brasileiro Talisca. Também vimos os zagueiros Sol Bamba e Arthur Jorge, além do ponta Toni Calvo, deixarem o time.


Para o meio de campo conseguimos a contratação em definitivo de Cristóforo, que estava emprestado, e obtivemos o retorno de Filipe Augusto, agora por empréstimo, depois de ter sido vendido para o Milan, onde foi pouco utilizado. Além deles chegaram também o meia Esteban Granero, ex-Real Madrid, Oliver Ntchan, ponta direita do Manchester City, o goleiro Vágner, não é o ex-Palmeiras, mas outro, e os zagueiros Bruno Viana, que chegou de graça,  e Diogo Queirós, que veio por empréstimo do Porto.


As duas contratações que mais me inspiraram, no entanto, foram as próximas: dois caras que procurei por atributos e que não estavam nem na lista de transferências e nem eram bem avaliados pelos olheiros.

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Giacomo Tulli, atacante aberto pelo lado do campo de 30 anos que estava no modestíssimo Süditorol de Alto Adige, na Itália, e que chega por 225 mil euros


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Ahmed Elmohamady, ala direita de 30 anos que estava no West Brom e que chega por empréstimo. A ideia por trás dessa contratação foi maximizar aquele estilo de jogo com um ala direito muito avançado e um atacante do lado oposto, concentrando o jogo por um lado e terminando no outro, como nos ensinaram Bielsa e Guardiola.

Bom, vamos ao começo da temporada! Como Sepe, Bamba, Talisca e André Silva saíram, montamos o time inicialmente com:

Carlos Alves (nosso jovem goleiro)

Lionn (WB-Attack), Nelson Monte (CD- Cover), Bruno Viana (CD- Stopper) e Figueras (LFB- Defend)


Filipe Augusto (BBM-S), Wakaso (BWM-S) e Krovinovic (RPM-S)

Ntcham (W-S), Lasagna (CF-A) e Héldon (IF-A)


Na Liga dos Campeões tivemos um azar imenso de cair num grupo com Bayern de Munique, Ajax e Napoli e os resultados não foram bons de início:


Muitos gols feitos, mas muitos gols sofridos... Esse 5 a 5 com o Ajax foi um jogo no qual já estávamos eliminados e passei a testar um esquema tático novo... Um 3-3-1-3 que nunca consegui fazer dar certo no FM 2016. De positivo apenas as boas atuações de Elmohamady, que virou titular da direita. No gol, Carlos Alves mostrou que não estava pronto para a missão de ser o titular do Rio Ave, enquanto Vagner se mostrou abaixo da crítica para esse nível de competição. Os zagueiros estavam uma desgraça e Granero brigou comigo porque queria ser titular incontestável já na quinta rodada.  Ou seja...  Tudo uma porcaria. 



A coisa mudou um pouco de figura, mas à base de muitos empates.... Mas esse momento contra o Celtic aqui embaixo foi um dos mais emocionantes desse save!  Aos 43 minutos do segundo tempo o jogo de volta pela segunda fase estava empatado em 2 a 2, o que garantia os escoceses na próxima fase da Liga Europa. Eis que mando a campo uma formação 1-4-5, com Figueras de centroavante e acontece isso:

                                       

Insólito! Heroico! Seguimos em frente para pegar o Olympique de Marseille, tínhamos duas finais de Copas e... 




Um desastre... Um lixo! Uma porcaria.  Nenhum esquema funcionou mais, todos erraram tudo e a final da Taça de Portugal ainda foi perdida dessa forma (eu sou o de verde): 



video


Ainda assim encerramos o campeonato com o time na Liga Europa:



E tivemos esse time da temporada:



Só Lasagna fez gols... Os outros... Elmohamady foi eleito o craque do Rio Ave no ano, mas o clima estava tão ruim que eu decidi abandonar o barco. Pedi demissão e decidi aguardar propostas... 

Vieram algumas: Torino, Celta e Burnley. Qual será que eu aceitei? 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Saga FM: Rio Ave - Capítulo 3

No último capítulo falávamos sobre a possibilidade de o técnico Gabriel Dudziak sair do Rio Ave rumo à Hoffenheim, Fiorentina e Villarreal... As propostas de fato existiram, mas no meio da temporada, quando foram rechaçadas em prol do projeto. Elas não se repetiram ao final do Campeonato Português e por isso seguimos com o nosso trabalho em Vila do Conde!

Graças ao terceiro lugar no último campeonato estávamos na Champions League e por isso era necessário reforçar o grupo! Ainda mais porque tivemos saídas: uma dela muito importante: Filipe Augusto, um dos destaques do último campeonato, recebeu uma proposta de 24 milhões de euros. Não tivemos como segurar... O problema? Só recebemos 20% do valor!  Coisa de empresários!  Além dele também saíram Jonathan Del Valle (quase não utilizado), o goleiro Cássio (a idade pesou), o goleiro Mika (que não me agradou), o zagueiro Aníbal Capela (vai dar espaço para o jovem Nelson Monte) e outros reservas  de menor expressão dentro do elenco.

Vamos às contratações!  A melhor delas, já digo, foi renovar por mais uma temporada o empréstimo de André Silva junto ao Porto! Vai saber o porquê, mas eles deixaram de novo!

Já que fiquei sem o meu meia criativo, fui ao mercado de atletas disponíveis para empréstimo e consegui, modéstia à parte, um excelente reforço:

Anderson Talisca! Sem espaço no Benfica, a realidade muda e essa ida ao Besiktas nunca aconteceu aqui no nosso save!

Sem goleiro titular com as saídas de Cássio e Mika, decidi que darei mais rodagem ao jovem Carlos Alves, mas precisaria de um nome mais experiente também e por isso contratamos por empréstimo o italiano Luigi Sepe .

Ainda se uniram ao clube os zagueiros Edgar Ié (hoje no Lille do Bielsa) e Artur Jorge, enquanto para o ataque trouxemos o centroavantão Milan Djuric por 1 milhão e 300 mil euros. A grande sacada do mercado de transferências, no entanto, foi esse homem:

Jordi Figueras! O zagueiro canhoto chega para ser o titular da lateral-esquerda (!!!), mudando um pouco o jeito que defendemos e o jeito que atacamos.

O esquema tático que era o 4-1-2-3 passou a ser o 4-3-3 mesmo! Com a seguinte escalação de início:

Sepe (GK)

 Lionn (FB-Attack)  Bamba (LD-Stopper)   Nélson Monte (LD-Cover) e Figueras (LFB-Defend)

                 Talisca (BBM-Support), Wakaso (BWM-Defend) Krovinovic (RPM-Support)

                            Ukra (W-Support)   André Silva (CF-Attack)  Héldon (IF-Attack) 


Aos resultados: 



Nada de Liga dos Campeões para a gente! Apesar do triunfo categórico contra o Young Boys, perdemos para o Dnipro ainda na classificatória devido ao gol marcado fora de casa. Uma lástima, mas ao menos estávamos bem no Campeonato Português e tínhamos uma Liga Europa para disputar! Algo importante e digno de nota foram as atuações destacadas de Talisca e Krovinovic no meio de campo. Krovinovic que sequer era levado em conta na temporada passada, mas que está sendo importantíssimo! Aliás, lembrem desse nome, porque segundo o Football Manager, vai ser alguém grande no circuito! 



Caímos de forma ridícula na Taça de Portugal, mas seguimos competitivos na Liga Portuguesa e na Liga Europa, ao menos! Em algumas partidas trocamos o esquema, privilegiando a lateral-direita para cruzamentos no segundo pau em uma formação com dois atacantes: André Silva e Lasagna ou Djuric. Para tentar maximizar nossas chances, ainda trouxemos três reforços em janeiro:  Sebastián Cristóforo para a reserva de Wakaso, Ricardo Kishna para rotacionar com Ukra, Héldon e Calvo e Francisco Geraldes para a meia. 


Dessa maneira, chegamos ao fim de janeiro com a liderança do campeonato e em determinado momento (não lembro qual agora) colocamos cinco pontos de vantagem em relação ao segundo colocado!  Mas.... Eis que vem aquela quebra de desempenho tão natural e....


Vitória linda contra a Lazio e título da Taça da Liga à parte, só desgraça... Eliminados da Liga Europa pelo Marseille com gol qualificado, ainda perdemos a liderança do Portuguesão naquele empate com o Paços de Ferreira. Na última rodada tínhamos que vencer o Penafiel e secar o Sporting! Aos 35 do segundo tempo tudo ia acontecendo, mas o Sporting de Slimani, Boyé e Gabigol conseguiu virar para cima do Boavista e conquistou o campeonato. Ainda assim, fomos vice-campeões - melhor resultado da história - e conquistamos a Copa da Liga, nosso terceiro título com o Rio Ave!  


O time da temporada foi esse:


Bom, vamos tentar de novo no ano que vem! E com um agravante.... André Silva não ficará! E agora?!  

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Saga FM: Rio Ave - Capítulo 2


Como vimos no último post, o técnico Gabriel Dudziak assumiu o Rio Ave de Portugal e conseguiu guiar o time às conquistas da Taça de Portugal e da Copa da Liga em sua primeira temporada à frente da equipe verde e branca! O bom desempenho no Campeonato Português - quinto lugar - fez com que a equipe se classificasse à Liga Europa, obrigando o planejamento do clube a abranger a possibilidade de disputar quatro competições simultâneas. 

A primeira atitude para a temporada 2016-17 foi dar um jeito de manter o artilheiro André Silva, que em menos de seis meses de clube se tornou decisivo em todas as competições. O contrato de empréstimo dele junto ao Porto vencia em junho, mas uma negociação entre as diretorias dos clubes parceiros conseguiu renovar o contrato dele por mais um ano! Habemus centroavante. 

Por outro lado, não houve acordo para manter os também emprestados Rodrigo Bentancur e Edimar, enquanto uma inicial recusa para ter Héldon por mais uma temporada se tornou em compra definitiva junto ao Sporting por 475 mil euros. Também fomos ao mercado em busca de qualidade e profundidade ao elenco e fizemos as seguintes aquisições:


Bruno Amaro: Meia experiente de 33 anos que chegou de graça após encerrar o contrato dele com o Felgueiras.  A ideia aqui foi ter um cara pra bater falta, chutar de longe e cobrar escanteio em jogos contra times retrancados. 

Ricardo Dias: Volante que veio sem contrato após passagem pelo Belenenses. Servirá para o banco do Wakaso e do Tarantini quando houver necessidade. 

Salvatore D'Elia: Lateral-esquerdo que veio por meio de ampla pesquisa de atributos na nossa rede de olheiros. Chegou proveniente do Vicenza por 575 mil euros. A ideia é que seja titular, na vaga de Edimar. 

Ruben Ferreira: Outro lateral-esquerdo, já que Joris Kayembe não agradou na última temporada. Os dois recém-chegados vão ocupar aquele setor neste ano. Chega por 450 mil euros em negociação com o Marítimo. 

Sol Bamba: Zagueirão experiente que nos foi oferecido pelo empresário do dito cujo. Rápido e alto, entendi que poderia ser uma boa. Ainda mais porque temos apenas jovens e o Marcelo no nosso setor de defesa. Chega por 175 mil euros vindo do Leeds. 

Mika: Apesar do bom desempenho do brasileiro Cássio na última temporada, trata-se de um goleiro de 35 para 36 anos. Era necessário ter uma reposição. Mika chega proveniente do Boavista por 275 mil euros 

Toni Calvo: Sugestão de empresários! A princípio não gosto de negócios do tipo, mas os atributos do ponta direita espanhol me agradaram! Chega sem custos. 

Por fim, com a saída de Hélder Postiga e de outros atacantes, precisávamos de um homem-gol para o banco de André Silva, ou então para dividir responsabilidade em alguns jogos. Eis que mediante o trabalho dos nossos olheiros chegamos ao nome: 


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A princípio não sou muito a favor de atacantes com nome de alimentos, mas o italiano do Carpi parecia um bom valor. Os torcedores não gostaram muito quando leram que pagamos 2 milhões de euros em Kevin Lasagna, de 23 anos, mas eu estou confiante de que ele nos ajudará bastante 


Por fim, tivemos um importante retorno de empréstimo. Um cara com avaliação de quatro estrelas pelos meus olheiros e com quem a princípio eu não estava contando:  


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Filipe Augusto! O meia brasileiro de 23 anos começou no Bahia e fez parte da seleção sub-20 do país em 2012. Chega para ser o nosso meia de criação ou então para dividir a responsabilidade com Tarantini como roubador de bolas.


Chega de contratação! Aos jogos! Mantendo o nosso 4-3-3 alinhamos no início da temporada com:

Mika; Lionn, Marcelo, Capela e D'Elia; Wakaso, Tarantini e Filipe Augusto/Pedro Moreira; Ukra/Toni Calvo, André Silva e Héldon 

Os primeiros resultados foram esses:


Nada mal huh? Lasagna tem ajudado muito o time quando entra e o meio de campo está criativo e pegador ao mesmo tempo!  Mas como no Football Manager - e na vida - as alegrias não duram muito, eis que a máquina entendeu como jogamos e aí ferrou...



Derrotas, empates e eliminação na Liga Europa para o Mönchengladbach e na Taça de Portugal para o minúsculo Oliveirense... Tudo o que funcionava antes parou de funcionar. Eram 25 chutes errados, faltas em demasia, jogos perdidos nos últimos minutos... Bruno Amaro e Sol Bamba queriam sair porque jogavam pouco, Krovinovic não queria mais ser o nosso reserva número um... Cássio e Mika erravam em quase todos os jogos.

Pois é. Era necessário mudar. Passei a procurar uma abordagem mais paciente em alguns jogos, com toque de bola e mentalidade Control em vez de Attacking, mas em linhas gerais estou seguro em dizer: Não soube retomar a forma do time...Pra piorar, ainda perdemos nos pênaltis a Copa da Liga:




Ainda assim, chegamos em terceiro no Campeonato Português, conseguindo novamente o melhor resultado da história do Rio Ave e uma classificação à fase prévia da próxima Liga dos Campeões da Europa 



O time da temporada foi esse: 


Bom, não foi tudo tão ruim, pois fizemos um Campeonato Português razoável e chegamos a uma final de Copa, além de termos ido à segunda fase da Liga Europa, mas... Foi uma temporada sem títulos e com propostas de Villarreal, Fiorentina e Hoffenheim chegando fica a dúvida... Vamos ficar no Rio Ave ou tentaremos a sorte em outro mercado? 

domingo, 23 de julho de 2017

O futebol brasileiro em diálogo


Tinha virado presidente meio que por acaso. Torcedor apaixonado, entendeu que poderia utilizar a expertise da vida profissional no clube do coração. Passadas 15 rodadas do Campeonato Brasileiro, no entanto, é chegada a hora de tomar uma decisão: o time em sétimo lugar está aquém das expectativas de título sobre os rivais e o técnico precisa ir embora. 

Na mesma sala está o diretor de futebol. Homem do esporte, experiente no assunto e próximo dos boleiros, o profissional entende que esta não é a melhor decisão.

- Presidente, veja bem - começa o diretor - eu entendo que o senhor não está feliz com a campanha, mas todos temos visto o progresso do time nas últimas semanas.  Tenho certeza que daqui a um ou dois meses o ti..

- PODE PARAR! - interrompe o presidente. 

- Senhor?

- Um ou dois meses? Está maluco?! Dois meses já é final de setembro! Você acha que temos todo esse tempo?

- Presidente... Temos! Se o time crescer, eu te...

- NÃO VAI CRESCER! Não cresceu até agora! Por que eu deveria acreditar que vai crescer?! 



- Porque é um processo! Veja, a equipe já assimilou o posicionamento defensivo, agora está melhorando a criação de jogadas... Em breve a bola vai começar a entrar. 

- E SE NÃO ENTRAR?!  Eu não posso ficar aqui parado! Eu sou o presidente! Tenho que fazer alguma coisa! 

- Presidente...


- Não dá! Não tem como! Com esse cara treinando o time não vai dar! 


- Mas ele ganhou o estadual com folga...

- ESTADUAL?! Estadual não serve pra nada! Não fez mais que a obrigação de ganhar! 


- E agora o time está se acertando presidente... Acho que poderíamos esperar um pouco mais...


- ESPERAR?! Não posso esperar! Me diga... Você já viu alguma diretoria bem sucedida que não fez nada?! Que esperou?! Lembra de alguma história dessa?! 

- Na verdade lembro do Corinthians com o Tite...

- EXCEÇÃO! EXCEÇÃO QUE CONFIRMA A REGRA!  Tem mais algum exemplo?! 

- Não, mas porque ninguém aposta em continuidade por aqui...


- EXATO! Se ninguém aposta só você é que está certo?! 

- Não é essa questão senhor. Nós estamos vendo a evolução! Há dois jogos tivemos 15 finalizações certas e perdemos num lance fortuito no qual a bola bateu em dois atletas e enganou o goleiro! 

- BEM LEMBRADO! Bem lembrado! Mais um ponto que reforça meu pensamento!  Esse cara que desviou a bola não faz nada dentro de campo! E ainda atrapalha o nosso time! 

- Presidente... Ele é muito importante na recomposição defens...

- RECOMPOSIÇÃO?!  Pare de falar grego! Eu estou falando de futebol! FU-TE-BOL! Não adianta você importar palavras de outras áreas para tentar defender o seu queridinho! 

- Senhor, não é esse o caso... 

- Que que é?! Você tá ganhando um por fora para defender ele?! É dinheiro o negócio?! 

- Não! De forma alguma. Eu só estou olhando o processo do treinador! O time está evoluindo! 

- Evoluindo coisa nenhuma! Você tá vendo aqui?! Tá vendo? - mostra o celular - Tá vendo essas 250 notificações de Twitter?! É só gente me xingando por causa do treinador! E aqui! Olha aqui! - mostra de novo o celular - São as ligações que tenho recebido de conselheiros do clube! Você acha que eu tenho que lidar com isso?!  Que eu sou obrigado a receber ligação de conselheiro na minha folga?! 

- Não senhor, mas...

- Exatamente! Não sou obrigado! E isso só acontece porque esse cara que você chama de técnico não consegue fazer o time jogar bola! Eu devia saber! Somos muito grandes pra dar o time de futebol profissional na mão desse cara. 

- Ele tem obtido grandes resultados presidente.

- ESTADUAL! Só Estadual! E olha... Cadê os caras que eu comprei pra ele?! Não tem lá cinco meias que eu decidi comprar e que gastei do meu bolso?! 

- Tem. Mas três deles estão jogando e..

- E nada! Tem que por os cinco pra jogar! Meu amigo, eu fui jogador de futebol! Joguei na várzea eu sei do que to falando! O cara que é bom tem que jogar !É ele que faz a diferença! 

- Sim, mas o time todo não pode ter só atletas que atacam....

- Finalmente você disse algo correto! É por isso que os outros cinco tem que marcar! Ae esses cinco daqui decidem! É simples! Estou ainda mais convencido! Precisamos demitir.

- Mas e o processo da equipe? Teremos que recomeçar do zero.. 

- Processo?! Processo vou receber eu se não trocar esse cara! Sabe... Uma coisa que eu aprendi no mundo corporativo é que há leões e gazelas. Sabe o que os leões fazem?! ELES ATACAM! ELES FAZEM! 

- Na verdade são as leoas não? 

- ELES FAZEM! Sabe o que as gazelas fazem?! Elas esperam pra morrer!  Eu sou um leão! Eu sou o presidente! Me nomearam presidente para eu agir, não para ficar esperando acontecer! Temos que demitir o treinador! Precisamos chacoalhar o ambiente!  Essa diretoria nunca... Nunca! Nunca ouviu? Nunca vai pecar pela omissão! Vamos pecar pela ação! Vamos tentar fazer algo! 

- Presidente... Eu te peço... tenha paciência! 

- PACIÊNCIA?!  PACIÊNCIA é pra perdedor! Eu sou um vencedor! Se eu trocar o técnico e o time der certo sabe o que vão falar?! Sabe?! Vão falar que eu fiz certo! Vão falar q a diretoria teve participação direta! Se eu não mexer o time vai piorar! 

- Ou melhorar... 

- Se melhorar não é meu mérito! É dele! Entende?! Eu não posso esperar! Chame ele imediatamente! A demissão foi decidida agora! 

- Mas o senhor vai colocar quem no lugar?

- Isso não importa! Isso é o que menos importa! Eu preciso demitir! É ação! Não omissão! 

- Mas presidente... O senhor foi CEO de empresa por tanto tempo... Você sabe que não é assim que funciona.. 

- Isso aqui é futebol! FU-TE-BOL! Já ouviu que futebol não tem lógica?!  Tem uma razão pra falarem isso! 

O diretor desiste de argumentar... Pega o telefone e escreve uma mensagem para o treinador. 

- Aliás! Aproveite que está no celular e pergunte pro Messias, aquele empresário... Veja se ele tem algum técnico que ele tá agenciando pra gente colocar aqui. 

- Mas com qual perfil? 

- Vencedor! 

- Como?

- Perfil vencedor! Quero um vencedor que nem eu aqui no clube! É o mínimo que essa torcida maravilhosa merece! 



quarta-feira, 19 de julho de 2017

Saga FM: Rio Ave - Capítulo 1


Aqui estamos novamente para falar do aniquilador de horas, tempo livre e paciência Football Manager 2016! Entender os porquês de ainda jogar esse negócio está nas minhas prioridades na sessão de terapia, mas por ora vamos nos ater ao concreto: depois de um save relâmpago com Swansea e Leicester, de um duradouro com o Marseille (no qual ganhamos a Champions League, mas só depois de um reload pra ver o efeito do maldito team talk), de um save de quatro temporadas com passagens por Heidenheim e Torino, decidi voltar.  

Prometi que não ia me estressar quando as coisas não viessem pro meu lado, mas será que consigo? 

Bom! A ideia era fazer um save com um time pequeno/médio. Um sem tradição, mas que também não tivesse dívidas, a fim de termos espaço para contratar e desenvolver jogadores. Escolhi Inglaterra, França, Espanha, Itália, Alemanha e Portugal para este save e dei random na escolha dos times até achar um que cumprisse os requisitos e me animasse. Eis que me deram o....

RIO AVE FUTEBOL CLUBE!

O clube português da pequena Vila do Conde, cidade de menos de 80 mil habitantes, abrigou o técnico Gabriel Dudziak, que balizou sua experiência e atributos de acordo com o clube (algo que não foi feito no meu save do Heidenheim e que ajudou a me arrebentar, imagino).

Na reunião com os diretores estabelecemos que o objetivo para a temporada 2015-16 era seguir mais ou menos a previsão da mídia e chegar na parte de cima da tabela. Além disso, pedimos para que fôssemos julgados com base em um estilo ofensivo de futebol!

Sem grandes recursos, entendemos que o melhor era mexer pouco no time e por isso definimos um perfil de jogadores para seguir conosco. A ideia era ter atletas rápidos, que trabalhassem para o time e que tivessem bons atributos para desarmar e jogar imediatamente. Assim, na nossa peneira, estabelecemos como critérios definidores: Workrate, Teamwork, Agression, Agility e Pace (perdão, pois não sei os nomes em português). Dessa peneira ficamos, surpreendentemente, com muitos atletas, de forma que fizemos apenas três contratações, todas por empréstimo sem custos:

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Fabrício Bruno, zagueiro de 19 anos, que veio do Cruzeiro

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Rodrigo Bentancur, meia de 18 anos que foi emprestado pelo Boca Juniors



Joris Kayembe, lateral e ponta-esquerda de 20 anos que veio do Porto e que na vida real também foi emprestado ao Rio Ave


Os três inicialmente começaram no banco de reservas do time, que alinhou com um 4-3-3 com um volante mais à frente da zaga, dois meias, um ponta, um atacante por dentro e um centroavante.

O time era o seguinte:

Cássio no gol

Lionn na lateral-direita
Aníbal Capela e Marcelo na zaga
Edimar (que está agora no São Paulo) na esquerda

Wakaso como volante de contenção
Tarantini como Ball Winning Midfielder (o cara pra roubar bolas)
Pedro Moreira como meia armador de mobilidade (Roaming Playmaker)

Ukra como ponta direita
Héldon como atacante pela esquerda

Hélder Postiga como centroavante


Instruí a equipe a ser direta! Roubar a bola logo e assim que possível bater pra gol!  E a primeira metade da temporada não foi tão ruim!


Não é nada, não é nada, perdemos apenas para o Benfica nos jogos contra os gigantes, o que nos colocou na quarta posição no campeonato na virada do ano. Mesmo assim estava insatisfeito com a produção dos homens de frente. Hélder Postiga já vive o ocaso da carreira e Héldon e Ukra não têm um reserva que preste!

Bom, tivemos que ir ao mercado e fizemos duas aquisições surpreendentes para o nosso tamanho! A primeira....

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O DEUS GREGO GIORGOS SAMARAS! De graça após ficar sem contrato, o atacante/ponta adicionou qualidade e variação para o setor de frente

E a segunda...

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ANDRÉ SILVA! Hoje no Milan, mas em janeiro de 2016 estava sem chances de jogar no nosso parceiro Porto!

A mudança com ambos no time foi sensível e empilhamos a seguinte sequência, com destaque para as copas nacionais!


E então veio a primeira final!  A da Copa da Liga de Portugal:


Nada mal hein?!  Foi o primeiro título de elite dos vilacondenses na história do clube!

Mas ainda havia mais! Depois de um triunfo em casa contra o Nacional da Ilha da Madeira, tendo perdido a ida por 1 a 0, eis que me surge o Chaves na final da Taça de Portugal. Sorte a minha e méritos do meu centroavante!

Pra quem não tinha título algum na história, dois no mesmo ano e com um técnico brasileiro novato está de ótimo tamanho não?!  Confesso que fiquei muito surpreso com o início promissor. Não esperava esse nível de desempenho, mas creio que o acerto do estilo de jogo com os atletas escolhidos e as barganhas de mercado tenham nos levado a isso!

No Campeonato Português ainda fizemos muito bonito!



E o time da temporada ficou assim (sei lá porque Wakaso e André Silva não ficaram no 11 ideal)



Impressionante o Tarantini como Ball Winning Midfielder ser o artilheiro da temporada! Uma das sortes que demos nesse primeiro ano!

Na próxima temporada vamos voar além! Temos Liga Europa e briga por algo maior no campeonato!