Brasil e França se enfrentaram na última quarta-feira no Stade de France com ares de revanche e afirmação. Diferentemente das outras oportunidades, Mano Menezes decidiu abrir mão do seu tradicional 4-2-3-1 para formar uma equipe mais concisa no meio campo e sem um armador de ofício.
Assim, o Brasil foi a campo com um 4-1-3-2.
Lucas fazia a função de volante preso à frente da zaga, com Elias indo e voltando, como um box-to-box, entre o auxílio ao primeiro volante e chegada à frente para armar. Dos lados, Renato Augusto, pela direita, e Hernanes, pela esquerda, alinhavam no centro do campo sem a bola e abriam pelos cantos para fazer jogadas com os alas e chegar nos dois atacantes, Robinho aberto à esquerda, mas também se movimentando, e Pato mais centralizado e caindo pela direita.
A França veio com o 4-2-3-1.
Menez pela direita e Malouda pela esquerda buscavam as jogadas pelos flancos, com M'Villa e Gourcuff trabalhando a bola pela faixa central. Lá na frente, Benzema fazia o melhor para tentar se desvincilhar da marcação dos dois zagueiros brasileiros e colocar os companheiros no jogo.
O Brasil era melhor... Até que Hernanes fez uma besteira que pode lhe custar muito caro. O pontapé dado em Benzema no centro do campo mudou a partida e o meia/volante, que vinha fazendo boa partida tanto defensiva, quanto ofensivamente, saiu queimado com Mano e os torcedores. A solução brasileira foi aguentar as pontas até o intervalo, com Robinho fazendo as vezes de Hernanes pela esquerda e Pato isolado.
O camisa 7 do Brasil, aliás, merece uma citação à parte. Com braçadeira de capitão e tudo o mais, Robinho foi omisso durante toda a primeira etapa. A todo o tempo os microfones da transmissão televisiva captavam Mano Menezes lhe chamando a atenção. Na frente, Róbson pouco se apresentava e atrás não formava a linha de marcação que o treinador imaginava.
O intervalo veio e eu imaginei que Mano Menezes mexeria no time. Formar o meio de campo com Robinho parecia uma decisão equivocada. Anderson, no banco, poderia muito bem entrar no lugar do camisa 7 e fazer a função que Hernanes fazia, já que é um carregador de bola e tem poder de marcação também.
No entanto, seja por julgamento ou omissão, o técnico brasileiro voltou com o mesmo time, só atentando para Robinho formar melhor a linha defensiva do Brasil. A seleção, no entanto, começou a segunda etapa muito recuada.
O Brasil não pegava na bola e Menez, apagado no primeiro tempo graças à boa marcação de Hernanes e André Santos, resolveu dar as caras. Na segunda vez em que desceu em velocidade pela direita, o meia francês foi decisivo.
Robinho, como era de se esperar - não por incompetência, mas por falta de característica para tanto - não fechou o espaço por aquele lado.
Com a subida de Sagna ao ataque, André Santos ficou com dois para marcar e Menez se aproveitou, passando no meio da marcação brasileira
e cruzando para Benzema - sem acompanhamento de Thiago Silva ou de Dani Alves - só completar para as redes.
Depois do gol o Brasil continuou o mesmo, apostando em eventuais saídas com Robinho pela esquerda ou em alguma enfiada de bola para Pato. No entanto, a França não correu grandes riscos - exceção feito à bola enfiada para Hulk, que não conseguiu o domínio.
Fim de jogo, França 1 a 0 Brasil. Não é o fim do mundo, mas são as primeiras críticas ao trabalho de Mano Menezes, que não mexeu quando devia e foi cauteloso demais quando não podia.
Assim, o Brasil foi a campo com um 4-1-3-2.
Lucas fazia a função de volante preso à frente da zaga, com Elias indo e voltando, como um box-to-box, entre o auxílio ao primeiro volante e chegada à frente para armar. Dos lados, Renato Augusto, pela direita, e Hernanes, pela esquerda, alinhavam no centro do campo sem a bola e abriam pelos cantos para fazer jogadas com os alas e chegar nos dois atacantes, Robinho aberto à esquerda, mas também se movimentando, e Pato mais centralizado e caindo pela direita.
A França veio com o 4-2-3-1.
Menez pela direita e Malouda pela esquerda buscavam as jogadas pelos flancos, com M'Villa e Gourcuff trabalhando a bola pela faixa central. Lá na frente, Benzema fazia o melhor para tentar se desvincilhar da marcação dos dois zagueiros brasileiros e colocar os companheiros no jogo.
O Brasil era melhor... Até que Hernanes fez uma besteira que pode lhe custar muito caro. O pontapé dado em Benzema no centro do campo mudou a partida e o meia/volante, que vinha fazendo boa partida tanto defensiva, quanto ofensivamente, saiu queimado com Mano e os torcedores. A solução brasileira foi aguentar as pontas até o intervalo, com Robinho fazendo as vezes de Hernanes pela esquerda e Pato isolado.
O camisa 7 do Brasil, aliás, merece uma citação à parte. Com braçadeira de capitão e tudo o mais, Robinho foi omisso durante toda a primeira etapa. A todo o tempo os microfones da transmissão televisiva captavam Mano Menezes lhe chamando a atenção. Na frente, Róbson pouco se apresentava e atrás não formava a linha de marcação que o treinador imaginava.
O intervalo veio e eu imaginei que Mano Menezes mexeria no time. Formar o meio de campo com Robinho parecia uma decisão equivocada. Anderson, no banco, poderia muito bem entrar no lugar do camisa 7 e fazer a função que Hernanes fazia, já que é um carregador de bola e tem poder de marcação também.
No entanto, seja por julgamento ou omissão, o técnico brasileiro voltou com o mesmo time, só atentando para Robinho formar melhor a linha defensiva do Brasil. A seleção, no entanto, começou a segunda etapa muito recuada.
O Brasil não pegava na bola e Menez, apagado no primeiro tempo graças à boa marcação de Hernanes e André Santos, resolveu dar as caras. Na segunda vez em que desceu em velocidade pela direita, o meia francês foi decisivo.
Robinho, como era de se esperar - não por incompetência, mas por falta de característica para tanto - não fechou o espaço por aquele lado.
Com a subida de Sagna ao ataque, André Santos ficou com dois para marcar e Menez se aproveitou, passando no meio da marcação brasileira
e cruzando para Benzema - sem acompanhamento de Thiago Silva ou de Dani Alves - só completar para as redes.
Depois do gol o Brasil continuou o mesmo, apostando em eventuais saídas com Robinho pela esquerda ou em alguma enfiada de bola para Pato. No entanto, a França não correu grandes riscos - exceção feito à bola enfiada para Hulk, que não conseguiu o domínio.
Fim de jogo, França 1 a 0 Brasil. Não é o fim do mundo, mas são as primeiras críticas ao trabalho de Mano Menezes, que não mexeu quando devia e foi cauteloso demais quando não podia.
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